Tem sido um pouco assim. Dançar sem nenhum combinado, ficar lá, de olhos fechados, no balanço do som, naquela vibração da caixa torácica. Descer as escadas rápido ou passo a passo, ficar leve, estender a canga no parque. A cerveja a abrir no quarto, em meio a papeis importantes e outros nem tanto. Das coisas que tenho aprendido, nem solidão, nem liberdade, alongar o corpo como alongar o tempo, me permitir. Ser casa e viagem de mim.
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